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9 Dicas para compor um jardim de vasos

terça, 30 de julho de 2019

 

Compor com vasos é sempre um desafio. Eles estão disponíveis em uma infinidade de formatos, cores, texturas e tamanhos. São tantas opções que fica difícil saber quais são as melhores escolhas para cada ambiente. E não é raro criar uma bagunça de vasos, como uma coleção desconexa, que não se integra ao jardim. Mas agora você tem ferramentas e não corre mais o risco de errar a mão! Aproveite estes nove segredinhos selecionados para compôr um jardim de vasos dos sonhos, para qualquer espaço.

1. Pense no conjunto de vasos como uma coisa só

Como em uma escultura ou em uma pintura, os diferentes elementos fazem parte da mesma obra. Veja os vasos como um conjunto, um organismo. Se parecem bem juntos e arranjados, você atingiu seu objetivo, mas se algo parece fora do lugar ou faltando talvez seja necessário repensar a composição.

2. Dê uma função aos vasos

Vasos soltos, colocados em qualquer lugar vão parecer desconexos e estranhos. Ao adquirir seus vasos pense onde eles ficarão. Vasos podem suavizar muros e paredes altas, de uma forma útil e bonita. Eles também podem orientar caminhos sinuosos e adicionar perspectiva se colocados em ambos os lados de linhas retas. Neste caso certifique-se de que eles tenham algum padrão, para que haja coesão e fluidez no paisagismo. No caso de escadas, não é necessário tanto padrão, já que a própria escada se encarrega de “amarrar” os elementos. Vasos também pode servir como ponto focal, chamando a atenção para uma determinada vista do jardim.

3. Vasos e cachepôs necessitam de um padrão

Não é preciso que você utilize o mesmo tipo de vaso ou planta para que haja um padrão. Afinal, são as diferenças que fazem um jardim ser único e memorável. Ou seja, você pode ter diferentes vasos e plantas, desde que eles pertençam a um mesmo contexto e estilo. Este estilo deve combinar com a arquitetura do imóvel. De nada adianta usar vasos e cachepôs cheios de detalhes barrocos em um prédio contemporâneo, com linhas retas e minimalista. Apesar de lindos, eles vão destoar no local, vão parecer peixe fora d’água. Sem um padrão consistente seu jardim vai parecer confuso e bagunçado. Faça os vasos “conversarem entre si”, assim como com as plantas e com a arquitetura.

4. Vasos e plantas precisam combinar

Não pense que todos os vasos e plantas precisam ser os mesmos. Pelo contrário, é preciso que haja variação de tamanhos, formas, cores e texturas para que o jardim fique interessante. No entanto colocar uma planta com cores vibrantes em um vaso colorido, pode fazer com que o visual fique sobrecarregado. Cada qual vai brigar por atenção, o que pode não dar muito certo. Se a cores não combinarem por exemplo, você corre o risco que não valorizar a planta ou o vaso como deveria.

Assim, inicie seu estudo pelos padrões que já existem no jardim, como a arquitetura, as estruturas existentes e as plantas. Em seguida escolha as plantas, considerando estes padrões e somente depois escolha os vasos que vão se encaixar no local e realçar a beleza destas plantas. No final você vai ver que se torna muito mais simples enaltecer as flores e folhagens adquiridas.

5. Faça da diversidade uma regra

Se o seu jardim tiver vasos todos com o mesmo tamanho, você pode acabar criando um visual que não se destaca, fica monótono. Quando as plantas são exibidas em níveis de altura diferentes, muito mais detalhes serão enaltecidos e notados, criando interesse.

Assim, invista em vasos grandes, eles tem um efeito impactante. Muitas vezes é melhor ter poucos vasos grandes e médios a ter numerosos vasos pequenos. Vasos e cachepôs grandes funcionam bem em qualquer lugar. Um pequeno vaso cheio de bolinhas em uma grande jardim tende a parecer perdido. Então como regra geral, mantenha-o próximo à casa em lugares onde se tenha a oportunidade de parar e admirar pequenos vasos. Use o truque de colocar seus vasos sobre pedestais, tijolos, ou até mesmo em um vaso de cabeça para baixo, para assim criar uma altura diferente.

6. Não esqueça dos detalhes

Às vezes queremos resolver logo o paisagismo e deixamos para traz os pequenos detalhes. Cada espaço do seu jardim conta uma história, isso significa que você pode usar vasos com detalhes interessantes para acrescentar complexidade e encanto ao seu jardim. Uma coleção de suculentas, de begônias, de ervas, de bulbosas, de samambaias, ou de orquídeas, em numerosos pequenos vasos, podem tornar um espaço muito atrativo, como uma varanda ou um cantinho sob a pérgola, e ainda assim, permanecer coeso com o restante do jardim, sem que estes vasos tenham que se repetir na paisagem.

7. Crie um visual cheio

Aproveite bem o espaços dos seus vasos. Você não tem que necessariamente plantar apenas uma espécie em cada um. Evite que o solo possa ser visto de longe. As plantas tem diferentes requerimentos de água, luz e nutrientes, utilize estas diferenças e combine as espécies.

Não esqueça que as plantas mais altas devem ficar ao fundo do vaso (ou ao centro), dependendo de como ele é visto, enquanto que plantas menores e pendentes podem ficar no entorno. Você pode criar lindas composições com plantas diferentes num vaso só, combinando texturas e cores de uma forma única.

8. De informal a formal

Para um visual mais informal, solto, você pode compor com vasos e plantas diferentes, com um número ímpar de elementos. Para um jardim formal, experimente um número par de vasos em linhas ou grupos simétricos. Use também com diferentes estilos. Você pode fazer uma linha de vasos idênticos, plantados com topiarias de buxinhos para adicionar formalidade em um jardim silvestre. O truque é ousado e não vai passar despercebido.

9. Crie um triângulo

 


Coloque um vaso grande no meio e adicione os dois ou mais vasos menores no entorno. Você cria um triângulo, onde o vaso maior se torna o ponto focal, captando o olhar, ao mesmo tempo em que o entorno oferece atratividade. Juntos assim, o vasos se combinam com elegância e equilíbrio. Não tem erro!

Disponível em: Jardineiro.Net

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Rodas para vasos, elas são uteis de verdade?

quinta, 04 de julho de 2019

Normalmente, compramos vasos com rodas por 2 principais motivos: quando presamos a limpeza de um ambiente, uma vez que eles são os maiores apoiadores da limpeza no mundo do paisagismo; e na necessidade de movimentar a planta – Depois de encher um vaso com terra, dificilmente você irá tirar do lugar se ele não tiver rodas.

Mesmo sabendo de suas qualidades, uma das maiores duvidas das pessoas na hora de comprar vasos é sobre a necessidade desses rodízios: “Será mesmo que preciso?” pensam.

Para entender mais sobre isso dividimos o paisagismo em 2 partes: Interno e Externo.

Quando falamos sobre paisagismo na área externa, temos alguns lugares que são indispensáveis os rodízios, como as varandas, sacadas e garagens, isso porque o cuidado com limpeza e a necessidade em movimentar os vasos nesses lugares é tão grande quanto em áreas internas. Já quando falamos em gramados, por motivos óbvios, os rodízios são dispensáveis. Mas ao contrário do que a maioria das pessoas pensam, eles são muito bem vindos em quintais e jardins, uma vez que facilitam a vida de quem for dar manutenção no local.

E quando falamos dos rodízios para áreas internas, eles são essenciais uma vez que os cuidados dentro de casa são bem maiores.

Observações: Lembrando que quando falo em rodízio, me refiro sempre aos de silicone (também conhecidos como rodas de gel) e nunca aos de plástico ou acrílico. Estes, além de quebrarem peso nos vasos, também acabam riscando os pisos ondem estão.

 

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Painéis Verticais

segunda, 01 de julho de 2019

Os painéis verticais (também conhecidos como grades ou treliças) são o que há para dar uma melhorada nas paredes, tanto de jardins como de sacadas e varandas. Este tipo de estrutura tem como função classica ser suporte para trepadeiras, como na imagem retratada acima, onde foi usado painéis de ferro para criar tal projeto. Tal produto recebeu pintura eletrostática e foi ornamentada com pés de maracuja. 

Porém, no paisagismo vertical - assim como em todo o paisagismo - devemos utilizar de nossa criatividade para desenvolvermos ambientes agradáveis e harmoniosos. Como vemos na segunda foto, onde foi utilizado uma painel de ferro com madeira envernizada como estrutura para os vasos de ceramica com orquideas.

 

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Espécies de Palmeiras que não podem faltar em sua loja

quarta, 10 de abril de 2019

É fato que a variedade de plantas para uma loja é uns dos principais fatores de sucesso no mundo da jardinagem e paisagismo.

Pensando nisso, nós trazemos algumas espécies de palmeiras que NÃO podem faltar em sua loja.

Lembrando que primeiro de tudo você deve entender quem são seus principais clientes, e então comprar os produtos que se destinam a eles – não precisa ter muitas unidades de Palmeiras-Imperiais ou Palmeiras-Azuis quando seus principais clientes são classes C/D, ou se estes clientes moram em lugares pequenos, sem espaço para plantas deste porte.

Depois de entendido isto, vamos às plantas:

- Palmeira-Ráfis: Originada na China e usualmente usada em decorações internas, a Ráfis é uma das palmeiras mais vendidas em todo o mercado de plantas, isso porque é uma planta que se adapta muito bem ao ambiente interno, não precisando – nem podendo – ficar em contato direto com o sol, além de ser super fácil de cuidar. É sem dúvidas uma das plantas mais procuradas!

- Palmeira-Areca: Vinda direto de Madagascar, esta palmeira é sem dúvidas uma das plantas essenciais de uma loja, visto que seu fluxo de vendas é muito alto. Ela pode ser utilizada em muros verdes, canteiros, vasos e até mesmo em jardineiras, também utilizada em decoração de interiores ou até mesmo em sol pleno – isso porque é uma planta de meia sombra e, especialmente esta, se adequa aos tais ambientes

- Palmeira-Real: Querida por todos os paisagistas, nossa Palmeira-Real é uma espécie típica da Austrália, podendo alcançar seus 15 a 20 metros de altura, com apenas 20 cm de diâmetro, são excelentes plantas para jardins, parques ou até mesmo áreas urbanas, podendo ser plantadas isoladamente ou em grupos.

- Palmeira-Leque: Normalmente colocada em ambientes internos, esta palmeira oriunda de Vanuatu, Oceania é considerada muito nobre e sempre utilizada como uma planta chique, levando uma ideia de sofisticação com ela.

- Palmeira-Triangulo: Também originada de Madagascar, é ótima para paisagismo de lugares abertos, criando um belo destaque para si quando colocada deste modo, podendo ser até em ambientes internos com bastante iluminação, quando pequena.

- Palmeira-Fenix: Espécie de sol pleno, a Palmeira Fenix veio direto da Tailândia e Vietnã para os jardins brasileiros, sendo muito bem aceita devido ao seu tamanho pequeno e se adaptando muito bem em pequenos jardins, além de aguentar, em geral, temperaturas menores que as demais palmeiras.

- Palmeira-Rabo de Raposa: Uma das mais elegantes espécies, nativa da Austrália, a Rabo de Raposa também é uma das mais utilizadas no paisagismo atualmente, devido a seu tamanho perfeito para jardins e, é claro, sua beleza estonteante.

- Palmeira-Azul: Desejada por diversas pessoas, a exótico Palmeira Azul originada de Madagascar, é uma das mais queridas, isso porque seu próprio tamanho e o de suas folhas encantam qualquer um que a veja, sendo intensamente procurada por quem tem espaço aberto para cultiva-la em sol pleno, e devido a esta procura e a dificuldade em encontra-la, seu preço normalmente é maior do que das demais.

- Palmeira-Imperial: Oriunda de toda a América, a Palmeira Imperial ficou conhecida assim devido a primeira planta dessa espécie ter sido plantada pelo príncipe Dom João IV, e desde então traz uma imagem de realeza, muito utilizado pela alta classe, devido à sua ideia de poder e seu preço elevado. Sem dúvidas é uma planta extraordinária, e em paisagismo de grandes áreas valorizadas, não pode falta-la.

 

Lembrando que essas espécies não são e nem devem ser as únicas palmeiras de sua loja, isso porque a variedade de plantas é um dos maiores diferenciais do ramo!

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O Futuro das lojas de plantas

quarta, 10 de abril de 2019

Foi-se o tempo em que se entrava em uma loja de plantas apenas para comprar um vaso de flores e pronto. A exemplo de outros segmentos, como alimentação, cuidados pessoais e pets, as lojas verdes se transformaram em espaços de convivência, onde é possível desfrutar um café, assistir a uma palestra, ler um livro ou simplesmente relaxar em meio à loucura cotidiana.

E, claro, levar para casa produtos que lembrem esse momento especial. Mais do que flores, mudas e plantas ornamentais, o que está a venda ali é bem-­estar. “Esse tipo de negócio segue a tendência mundial de oferecer experiência durante o ato da compra”, afirma o consultor Marcos Hirai, sócio-diretor da consultoria GS&BGH. “Hoje em dia, é possível comprar qualquer coisa na internet, inclusive plantas e flores. Quem se desloca até a loja quer mais.”

 

Nesses empreendimentos, que ganharam importância no último ano, a sofisticação não fica limitada ao ambiente, mas se reflete nos produtos.

Além de oferecer opções botânicas mais modernas, como os terrários — espécies de jardim em miniatura dentro de vasos ou frascos de vidro —, os espaços verdes contam com funcionários especializados, capazes de atender um público mais bem informado, que já chega à loja munido de dados sobre as plantas e os jardins que quer cultivar. “Para quem quer abrir uma loja de plantas hoje, capacitação é fundamental”, diz Hirai.

Outro cuidado importante é conhecer bem o público da região ou cidade, para criar o melhor mix de serviços.

Como se trata de um grupo de negócios ocupando o mesmo espaço, os especialistas recomendam tratar cada braço de maneira independente. “É preciso fazer um plano para cada um dos empreendimentos — loja, cafeteria, eventos. Depois, será necessário calcular qual impacto um negócio terá sobre o outro”, diz Diego Smorigo, consultor de negócios do Sebrae-SP.

 

COMO FAZER SEU NEGÓCIO FLORESCER

Diversifique para o mesmo público
Manter dois ou mais negócios em um só espaço tem seus riscos. “Se você abrir uma casa de chás e um estúdio de tatuagem, por exemplo, o risco de um dos dois naufragar é grande”, diz Smorigo, do Sebrae-SP. Todos os serviços têm de atender o mesmo tipo de público.

Padronize o atendimento
Não adianta ter baristas premiados tirando o café se seus clientes forem mal atendidos na hora de comprar plantas. Avalie se é melhor ter equipes individuais para cada negócio ou se vale a pena treinar o mesmo time para que ele atue com excelência em todos os braços.

Elabore planos diferentes
Por mais que endereço, nome, marca e time sejam os mesmos, você terá dois ou mais negócios funcionando ao mesmo tempo, o que exige estratégias distintas. É aconselhável fazer um plano para cada um e decidir futuramente se a combinação está mesmo rendendo frutos.

Não espere retornos idênticos
Quando se tem dois ou mais negócios funcionando juntos, é natural que o resultado financeiro de um seja melhor do que o do outro. Isso não significa que aquele que rende menos não seja importante. A loja de plantas pode ser o chamariz para a sua cafeteria, ou então vice-versa.

Um negócio não atrapalha o outro
Plantas são produtos sensíveis. Por isso, não é uma boa ideia ter uma cozinha de onde saiam itens quentes, como bolos, muito perto dos vasos. Ao mesmo tempo, uma cafeteria exige certa circulação dos clientes e funcionários. Leve esses detalhes em conta ao projetar o negócio.

Texto retirado da pesquisa da Pequenas Empresas Grandes Negócio.

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Hortas em casas

terça, 09 de abril de 2019

Fazer uma horta em casa é uma das coisas mais desejadas hoje em dia.
Além da qualidade na mesa, a prática de cultivar hortaliças também tem benefícios terapêuticos e educativos.

Porém, nem todo mundo acerta na maneira de cuidar de cada planta. Garantir vida útil por mais tempo a uma horta doméstica exige cuidados, conhecimento e dedicação permanente.
As hortas demandam mais trabalho e interação com as plantas do que os jardins, por isso é bastante difícil obter sucesso a médio e longo prazo sem um planejamento do manejo.
Saiba quais são as seis dicas para o cultivo de uma horta!

1 – A escolha consciente

Os fatores que determinam o sucesso de uma horta são semelhantes aos de um jardim – é preciso oferecer a cada espécie características compatíveis às do ambiente em que ela teve origem –, com necessidade de maior intensidade e regularidade das rotinas de manutenção.

É preciso estar sempre atento às características das espécies que você gostaria de cultivar. Se você mora em uma região quente, não terá sucesso no cultivo de plantas de clima temperado, por exemplo. É fundamental escolher espécies e variedades apropriadas à condição climática do local em que você vai plantá-las.

2 – O ambiente certo

Quase todas as plantas cultivadas em hortas exigem sol pleno para se desenvolver. Assim, abundância de luz solar direta é imprescindível. Quanto menos horas de luz solar direta disponível, menor a chance de sucesso da sua horta. Em ambientes internos só é possível cultivá-la por meio de sistemas que prevejam iluminação artificial específica.

Hortas verticais são muito bem vindas quando colocadas em lugar correto para não sofrerem com a falta de iluminação, mas de contrário, plantas com pequenas ou médias raízes são muito bem vindas em vasos separados ou jardineiras. Lembrando que há diversos tipos de hortas verticais, não apenas aquelas que são de parede, mas existem também modelos para faze-las apoiado no chão.

3 – O local do plantio

De maneira geral, a maior parte das hortaliças vai precisar de um solo bem aerado (fofo), rico em matéria orgânica e com boa capacidade de drenagem (o acúmulo excessivo de água é nocivo à maior parte das hortaliças – mas há exceções, como o agrião).

4 – A escolha do vaso correto

Uma escolha errada de um vaso ou jardineira pode acabar comprometendo o sucesso da horta, deve-se procurar e entender sempre as necessidades da planta.

Por isso é preciso estar atento ao correto dimensionamento do recipiente. Cebolinhas e hortelã têm raízes pouco profundas e podem ser cultivadas em recipientes menores.
Já cenouras precisam de mais espaço para se desenvolver e tomateiros são plantas um pouco maiores, que exigem vasos grandes.

Outra coisa que temos que estar atentos é que nem todas as espécies de plantas cultivadas em hortas podem estar no mesmo recipiente - pode-se cultivar no mesmo vaso cenoura, menta e acelga; e beterraba com erva-cidreira no vaso ao lado. -, por isso muitos optam em ter vários vasos e jardineiras menores, atendendo melhor as necessidades de cada tipo de planta.

 

5 – O cultivo cuidadoso

Algumas espécies de hortaliças têm condições particulares para a germinação de sementes, o que pode tornar esse método de plantio um pouco difícil para iniciantes. Mas é possível comprar mudas já formadas, disponíveis no comércio especializado.

Escolhida a espécie (ou as espécies) e os vasos, é preciso observar suas regras de cultivo atentamente. Algumas precisam ter as sementes germinadas em sementeiras protegidas e depois serem transplantadas – tomate e alface, por exemplo.

Outras não podem ser transplantadas e devem ser germinadas já no canteiro definitivo – cenoura, coentro, entre outras. Também é necessário observar as regas diárias para a maior parte das espécies e estabelecer rotinas de controle e eliminação de plantas invasoras (os vasos de terra bem adubada, exposta e irrigada regularmente são um paraíso para qualquer semente!).

6 – A colheita

Tenha em mente que a vida útil dos vasos ou jardineiras é relativamente baixa, pois a cada ciclo as plantas morrem e precisam ser substituídas. Muitas hortaliças são plantas anuais, o que significa que ao atingirem a maturidade, florescem e morrem. Por isso o período da colheita nem sempre é muito longo. O ideal é fazer um planejamento dessa substituição, com vários vasos de uma mesma espécie em estágios diferentes de desenvolvimento, para que você sempre tenha hortaliças fresquinhas prontas para serem colhidas!

Para as pessoas que querem ter o prazer de colher, mas não estão dispostas a dedicar muito tempo à horta, as plantas mais recomendadas são as ervas aromáticas e condimentares. Algumas delas são perenes e entre as que não são, geralmente o período de colheita é prolongado. Além disso, o uso culinário dessas plantas é tipicamente feito em pequenas quantidades. Isso quer dizer que com um único pé de manjericão, a macarronada está garantida para o ano todo. Diferentemente de um pé de alface, que será suficiente apenas para a salada de um almoço!

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